JOGANDO COM A VIDA

Qual é o nosso objetivo?

Nosso objetivo com Chicarauhê é levar a reflexão às pessoas e criar a oportunidade de repensar e rever atitudes e ideias.

Conscientização das dificuldades

Em nosso jogo, a partir da vivência da protagonista, buscamos apresentar uma parcela da realidade de uma das minorias do país que mais sofre com falta de acesso e evasão universitária.

Desenvolvimento de Empatia

Ao se deparar com as lutas diárias e a exposição das violências que se perpetuam, pretendemos fazer o usuário desenvolver afinidade e compreensão com o outro, imaginando-se na pele do próximo e criando, com ele, um sentimento de ligação.

Reavaliação de atitudes e preconceitos próprios

Após a criação de uma ligação com a protagonista e seu difícil cotidiano, é de se esperar que o jogador repense suas ações e reavalie as situações do dia a dia com um olhar consciente.

Construção de uma sociedade mais consciente

Como consequência de todo o processo de autoavaliação e reflexão individual, de pouco em pouco, cria-se uma sociedade com uma população mais empática, consciente e ética.

Frequentar as instituições dos brancos não significa empoderar nada...
— Ailton Krenak

Explicando...

A cerca da história...

Explicando a nossa ideia e inspirações!

Nosso jogo foi montado com base em pesquisas sobre a realidade vivida por diversas pessoas que fazem parte das comunidades do Parque do Tumucumaque, localizado no Pará, em suas experiências de introdução na vida universitária e no mercado de trabalho das metrópoles.

A protagonista, Mura, moradora do Parque do Tumucumaque, decide seguir seu sonho de estudar Matemática, um curso que sempre teve interesse, em uma das melhores universidades de seu estado. Entretanto, no novo cenário metropolitano, se depara com diversas situações de preconceitos, segregação e desafios pessoais e financeiros para conseguir alcançar seu tão esperado diploma.

Dancer

Acredite!

Comunidades indígenas

Nosso jogo e toda a história e cultura de Mura foram baseadas na comunidade dos Kaxuyana e Tiriyó, residentes do Parque Tumucumaque; Falantes das línguas Tiriyó e Kaxuyana, o nome da comunidade teve origem como “morador do rio Kaxuru” (Rio Cachorro), entretanto se chamam entre si de “Purehno”. Sua população atual é estimada em 380 pessoas.

AJUDE AGORA!

Formas de contribuir.

Ter consciência e respeito é o primeiro passo para colaborar com a melhora do cenário. Entretanto, para quem deseja aprofundar-se no tema e ajudar de maneira mais incisiva, disponibilizamos o link de uma ONG focada no apoio emocional e psicológico para pessoas vulnerabilizadas de comunidades indígenas.

Contribua!